
Na passada terça-feira, à saída do tribunal, Ricardo Araújo Pereira, o nosso aclamado humorista, saiu-se com esta frase que rapidamente inundou as redes sociais, os blogs e as salas de imprensa, tornando-se viral em poucas horas:
“O depoimento é feito numa sauna, preferia depor num jacuzzi.”
Uma frase que, à primeira vista, parece apenas mais uma das suas piadas — um comentário inteligente e sagaz sobre uma situação do quotidiano, neste caso o calor de uma sala de audiências.
No entanto, para nós, profissionais e entusiastas do bem-estar, esta tirada obriga-nos a refletir:
“Será que este génio do humor percebe realmente de saunas e jacuzzis?”
Ou estaria apenas a fazer o que faz de melhor: brincar com a verdade de forma tão inteligente que, sem querer, nos leva a uma profunda (e divertida) reflexão?
Aqui no blog d’Wellder, decidimos levar esta questão muito a sério (ou quase). Não sabemos se o comediante vê, ou não, os nossos outros artigos como este aqui, onde explico como ninguém como é que um jacuzzi ou spa de hidromassagens relaxa, e por isso temos duas teorias:
📚 Teoria 1: Ricardo Araújo Pereira não percebe nada de saunas e jacuzzis
Vamos por partes:

🔸 Sauna ≠ Sala de audiências
Uma sauna atinge temperaturas elevadas e controladas, normalmente entre 60ºC e 100ºC. Nestes ambientes, o calor é intenso e pensado para a transpiração profunda e a desintoxicação. A menos que o tribunal onde o humorista testemunhou tenha decidido implementar um sistema de aquecimento revolucionário – talvez um projeto piloto de “justiça térmica” – ou esteja localizado em Évora em julho sem ar condicionado, a comparação com uma autêntica sauna não bate certo. Neste tipo de espaço de bem-estar, o calor é envolvente, quase palpável, e muito diferente do calor abafado e sufocante de um espaço fechado e superpovoado. A intenção de transpirar numa sauna é deliberada e não uma consequência indesejada.
🔸 Jacuzzi para depor?
Imaginem a cena: folhas de papel molhadas, canetas no fundo do jacuzzi, o “martelo” do Sr, Dr, Juiz a flutuar…
Um jacuzzi, apesar de ser o epítome do conforto e do relaxamento aquático, não é o local ideal para interrogatórios ou para o exercício da lei. A não ser, claro, que o objetivo seja afogar o stress (o que até seria eficaz para muitos intervenientes no sistema judicial!) — e talvez, “acidentalmente”, algumas provas digitais também. A natureza imersiva e aquática deste equipamento é incompatível com a formalidade e a necessidade de material de escritório.
Por isso, vista por este ângulo, é possível que o humorista tenha, de forma puramente humorística, confundido:
- “jacuzzi” com “sofá” (pela ideia de conforto extremo)
- “sauna” com “má ventilação” (pelo calor sufocante e desconforto generalizado).
- Ou então ainda não viu mesmo este artigo onde explico o que é um jacuzzi.
Mas pronto, quem nunca?
💡 Teoria 2: Ricardo Araújo Pereira é um verdadeiro especialista em bem-estar!
Agora vejamos o outro lado da moeda, uma interpretação minha e que considero mais provável e genial.
🔸 Chamar “sauna” à sala de audiências é um ato de precisão térmica.
Só alguém com uma percepção aguçada para o conforto e também para o desconforto, alguém que possivelmente já experimentou o calor intenso e purificador de uma sauna – com aquele calor seco que faz suar até os pensamentos mais profundos –, é capaz de fazer uma analogia tão certeira e, paradoxalmente, tão espirituosa. Ao comparar, o humorista não está a errar; está a expressar a intensidade do desconforto, a necessidade de alívio e a intuição de que certas temperaturas (mesmo que indesejadas) têm um impacto profundo no corpo e na mente.
🔸 E o jacuzzi? Ah, o jacuzzi…
O humorista, mesmo que não seja um técnico de manutenção de jacuzzis (como eu!), sabe o que é verdadeiramente um banho de hidromassagem na sua essência de bem-estar:
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Um local relaxante por excelência, onde a tensão se desfaz e a mente acalma.
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Os jatos de agua atuam diretamente nos músculos, aliviando a tensão acumulada do stress, quer seja de um depoimento em tribunal ou de um dia de trabalho.
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Só com a cabeça fora de água, com uma respiração calma e a mente em modo Zen, é ideal para ponderar respostas sem o peso da pressão exterior.
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Umas luzinhas de várias cores, uma musiquinha ambiente via bluetooth, e uns aromas vindos da água, tudo para uma experiencia sensorial única que promove a máxima concentração ou, inversamente, o total desligamento, completamente em estado de flow.
É a declaração de que, em ambientes de alta pressão, o nosso corpo e mente anseiam por um refúgio que promova a calma e a clareza, algo que um bom equipamento proporciona como poucos. O mestre da sátira, com a sua genialidade, captou a essência da necessidade humana de descompressão.
Portanto, depor num jacuzzi é mais do que um desejo, é um manifesto pelo bem-estar judicial.

🎤 Conclusão: A dúvida persiste!
Afinal… Ricardo Araújo Pereira percebe ou não de saunas e jacuzzis?
Bem, no fundo, não sabemos a sua verdadeira intenção. O que sei, e o que a sua piada magnificamente ilustra, é que para relaxar antes de um depoimento real, para enfrentar o calor do momento (literal ou figurado), ou simplesmente para lidar com o stress avassalador do dia-a-dia na nossa vida em Portugal, um jacuzzi é uma excelente ideia.
Até melhor que uma sauna, dependendo do tipo de alívio que se procura. Ambas são ferramentas poderosas, mas o jacuzzi oferece aquela imersão total e hidromassagem que convida à meditação e à descompressão completa.
👉 Preparado para o stress… ou para o relaxamento?
A piada de Ricardo Araújo Pereira, ao mesmo tempo que nos faz rir, serve como um poderoso lembrete da necessidade universal do bem-estar pessoal.
Se tem uma audiência marcada – seja num tribunal ou na vida quotidiana –, ou se apenas precisa de uma escapadinha eficaz e constante para o stress do seu dia-a-dia, nada melhor do que um jacuzzi pensado especificamente para o seu bem-estar físico e emocional.
Um jacuzzi não é apenas um luxo, é uma ferramenta poderosa para a sua saúde.
E não somos só nós que o dizemos; até o humorista mais perspicaz de Portugal, na sua intuição humorística, aponta o caminho para o refúgio perfeito.
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E para se contextualizar ainda mais sobre esta piada viral, veja aqui a notícia que deu que falar.


